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VINHOS TREVO

videira trevo vinho

O Vinho

Uma das bebidas mais consumidas em todo mundo é também muito antiga, estando presente em registros seculares da história humana.

Presente para celebrar momentos importantes, brindar com a família e os amigos, acompanhar bons pratos no dia a dia… O vinho faz parte da vida das pessoas em todo mundo. E a origem dessa bebida remonta a épocas bastante antigas, confundindo-se com a história da humanidade.

O início – África e Oriente Médio

O vinho pode ter surgido algum tempo depois que o Homo sapiens se aventurou a sair da África Oriental, há cerca de 2 milhões de anos, e experimentou pela primeira vez a Vitis vinifera sylvestris, uvas selvagens da Eurásia – entre 8 mil a 4 mil anos c.C.

Esses primeiros encontros das pessoas com as uvas podem ter ocorrido onde atualmente se localizam Israel e Jordânia, ou talvez mais ao norte, na Turquia, Síria ou Irã.

Registros egípcios datados de 2.500 a.C. mencionam o uso de uvas para a fabricação de vinho. Além disso, há várias referências bíblicas ao vinho que indicam a sua antiga origem e a importância da bebida no Oriente Médio.

Gregos

Uma outra civilização antiga também aprendeu a técnica e fez do vinho parte de sua cultura: os gregos. A produção de vinho chegou à Grécia, onde permeou todos os aspectos da sociedade grega da época, marcando presença na literatura, na mitologia, na medicina e no lazer.

Quando estava em seu auge, a civilização grega contribuiu para difundir a cultura do vinho nos locais por eles colonizados, como nas regiões ao norte do Mediterrâneo e na costa do Mar Negro, compartilhando o hábito com a civilização etrusca e, mais tarde, com os romanos e os celtas.

Roma

Mais tarde, quando o Império Romano dominou a Grécia (em aproximadamente 168 c.C.), os romanos levaram algumas mudas de videira da Grécia para a Itália, cultivando as uvas além de seu território e ampliando para seus domínios.

Isso aconteceu nos vales do Reno e do Mosela, que se tornaram as grandes regiões vinícolas da Alemanha e da Alsácia (região histórica situada no nordeste da França), do Danúbio (onde hoje estão Romênia, Sérvia, Croácia, Hungria e Áustria), e ainda para os vales do Ródano, de Saône, Garonne, Loire e Marne – locais onde hoje estão grandes regiões francesas produtoras de vinho como Borgonha, Bordeaux, Loire e Champagne.

Américas (Novo mundo)

Muitos séculos depois, as uvas e o vinho também chegaram ao “Novo Mundo”, ou seja, às Américas, criando mais locais de produção.

Após as viagens do navegador Cristóvão Colombo no século 14, a cultura da uva e do vinho foram levadas às Américas. Os missionários espanhóis levaram a viticultura para onde hoje é o Chile e a Argentina em meados do século 16, e para a região da baixa Califórnia no século 18.

Com o fluxo de imigração europeia no século 19 e início do século 20 nas Américas, foram desenvolvidos setores modernos de produção de vinho baseados em uvas V. vinifera importadas. As principais regiões vinícolas da América do Sul foram estabelecidas aos pés das Cordilheiras dos Andes. Já onde atualmente se encontra o estado da Califórnia, nos Estados Unidos, estão centros da viticultura como o Central Valley e os condados de Sonoma, Napa Valley e Mendocino, ao norte do estado.

O vinho chegou ainda mais longe, pois os colonos britânicos plantaram videiras europeias na Austrália e na Nova Zelândia no início do século 19. Já os colonos holandeses levaram uvas da região do Reno para a África do Sul muitos anos antes, já em 1654, e o país é também um importante produtor da bebida na atualidade.

Brasil

As primeiras videiras do Brasil foram trazidas pela expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza, em 1532. Brás Cubas, fundador da cidade de Santos, é, reconhecidamente, o primeiro a cultivar a vinha em nossas terras.

O vinho nessa época já tinha consumo e produção amplamente difundidos na Europa, tanto pelo hábito trazido do Império Romano quanto pelos rituais da Igreja. Mas além disso, vale ressaltar que Portugal já era, há muito tempo, uma nação especialmente ligada à vinicultura.

Apesar das dificuldades e muitos obstáculos em relação ao clima, a cultura foi sendo desenvolvida e , em 1640, a Câmara Municipal de São Paulo passou uma ata padronizando a qualidade e os valores do vinho produzido na capitania, atestando que os esforços de Brás Cubas deram resultado.

No Rio Grande do Sul a videira chegou em 1626, trazida pelo jesuíta Roque Gonzáles que plantou videiras europeias em São Nicolau, nos Sete Povos das Missões. Embora houvesse necessidade da produção de vinho para utilização na missa, a dificuldade de adaptação de variedades viníferas em nossas terras impediu a disseminação da vitivinicultura no Brasil. Em 1742, assinala-se o renascimento da vitivinicultura rio-grandense com a chegada de sessenta casais açorianos e madeirenses radicados em rio grande e porto alegre.
Um impulso em 1808, com a vinda da Corte real para as nossas terras, fugindo de Napoleão na Europa e trazendo consigo um batalhão de profissionais e mão de obra — além de muita demanda pela bebida, sem dúvida —, a chegada de Dom João VI impulsionou a produção vinífera no Brasil.

A partir de 1875 desponta o grande surto do crescimento da vitivinicultura gaúcha, graças á chegada dos italianos que traziam na bagagem além das cepas de uva europeias da região de Vêneto, o hábito do consumo do vinho como um alimento, e o ainda chamado espírito vitivinícola. As cepas com o passar do tempo começaram a morrer por causa de doenças fúngicas, mas a força italiana e a vontade de manter sua tradição permitiram aos imigrantes que encontrasse uma cultivar que se adaptasse a região.

A variedade de origem americana chamada de Isabel (vitis labrusca) foi encontrada na região no vale do rio dos Sinos, onde os imigrantes levaram para a encosta Superior do Nordeste, sendo que essa cultivar se adaptou muito bem aquelas condições, e permitiu a continuidade da produção de uvas e vinho.

A partir de então, a vitivinicultura no Brasil testemunhou um desenvolvimento constante, principalmente no quesito técnico, num processo evolutivo até os dias atuais.

Atendimento

Endereço: Estr. Mun. Alipio de Campos, 800 – Bairro Roque, Pirassununga – SP, 13630-000 Whats – 19 99650-3233

    FAQ

    Os vinhos Trevo são produzidos na região da Serra Gaúcha, especialmente para a nossa empresa. A região é reconhecida nacionalmente pela sua tradição e excelência na vitivinicultura, aproveitando o clima e o solo ideais para a produção de uvas de qualidade. Recebemos os vinhos em nossa fabrica e realizamos as etapas finais do proceso de produção e envase.

    Sim. Todos os vinhos comercializados pela marca possuem registro ativo no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Isso garante que o produto segue rigorosos padrões de higiene, composição e qualidade exigidos pela legislação brasileira para a produção de bebidas alcoólicas.

    A forma mais direta de adquirir os produtos é através do site oficial (www.vinhotrevo.com.br). Além da loja virtual própria, os vinhos Trevo também podem ser encontrados em adegas selecionadas, empórios e redes de supermercados parceiras, dependendo da sua região.

    A marca oferece diversos canais para facilitar a compra e tirar dúvidas:

    Loja Virtual: Compras diretas pelo site com entrega em domicílio.

    WhatsApp: Atendimento personalizado para suporte a pedidos e vendas.

    Redes Sociais: Perfis oficiais no Instagram e Facebook para novidades e contato direto.

    E-mail: Canal para suporte administrativo ou dúvidas específicas de pós-venda.

    O Vinho Trevo atende tanto o consumidor final (CPF) quanto o mercado de revenda (CNPJ). Empresas interessadas em revender os produtos ou comprar em grandes volumes para eventos e estabelecimentos podem entrar em contato diretamente pelo canal de Atendimento Comercial/WhatsApp disponível no site oficial para condições exclusivas de atacado.

    Os vinhos trevo são oferecidos em garrafas de 700 ml e também na moderna e econômica embalagem de 5 litros tipo BAG. Este item vem em uma caixa com reservatório interno com torneira muito pratico e barato para uso em festas, eventos e família, com ótimo custo x beneficio.